25 abril 2008

1º Fórum de Mídia Livre | 17 e 18 de maio | RJ

Jornalistas, acadêmicos e ativistas pela democratização da comunicação divulgaram no início de abril manifesto em defesa da diversidade informativa e da garantia de amplo direito à comunicação. O manifesto, resultado de reunião promovida em São Paulo em março, lança as bases para a organização do I Fórum de Mídia Livre.

O evento acontecerá nos dias 17 e 18 de maio de 2008 na Escola de Comunicação da UFRJ e as inscrições estão abertas (clique aqui).

Manifesto da Mídia Livre (em construção)
Jornalistas, acadêmicos e ativistas pela democratização da comunicação divulgaram no início de abril de 2008 manifesto em defesa da diversidade informativa e da garantia de amplo direito à comunicação. Resultado de reunião promovida em São Paulo em março do mesmo ano, o manifesto lança as bases para a organização do Fórum Mídia Livre. Confira a íntegra aqui.

24 abril 2008

As agências parecem determinadas a não mudar

Segundo matéria no blog La Fora, intitulada "Mudar para deixar tudo como está", a percepção geral é de que o mercado publicitário não tem o menor interesse em mudar:

O IV Congresso de Publicidade está chegando e a esperança de que o negócio da publicidade fosse finalmente discutido a sério já começa a ficar só na esperança mesmo. As declarações das principais lideranças das agências se repetem num discurso ensaiado “que precisamos defender o modelo brasileiro”, “o nosso sistema é o que garante a qualidade da nossa publicidade” e outras pérolas do mesmo gênero.

Qual é este modelo tão veementemente defendido? A remuneração por comissão da veiculação, a bonificação de volume e eventualmente, a troca de parte da comissão por um fee mensal. Será que num cenário onde os investimentos em internet vão ultrapassar os investimentos em TV (na Inglaterra, em 2009), onde o break perde lugar para o conteúdo, onde a grande idéia criada pela agência tem tanto apelo para ser usada em um sem-número de aplicações fora das mídias tradicionais, este é realmente o modelo que vai garantir o sucesso e o crescimento do negócio nos próximos anos?

[..] É triste que o principal esforço das lideranças das agências na preparação do primeiro Congresso em 30 anos tenha sido a mudança do nome painel ‘O modelo brasileiro de remuneração das agências de publicidade’ para ‘A Valorização, a Prosperidade e a Rentabilidade da Indústria da Comunicação’. Remuneração é uma palavra tabu.[..]

[..]No mundo real, a televisão aberta e a mídia impressa – que são as grandes financiadoras do sistema de BV – vão perdendo participação no bolo publicitário. E vão sendo substituídas por mídias pulverizadas, que não concentram a mesma quantidade de “V” para poderem ficar distribuindo “B”. Quando o mercado fala que “a linha acabou”, se referindo as expressões Below e Above te Line, ele está dizendo é que o ATL está diminuindo, e diminuindo rápido. Em algumas empresas, o investimento na trinca TV/Jornal/Revista já perde para as outras mídias e as ações de promoção, ativação e para um crescente investimento na “presença web”, muito mais focada em conteúdo, virais, redes sociais, links patrocinado do que em banners.[..]

Veja o artigo completo no blog La Fora

23 abril 2008

Estácio usa SMS para captação de alunos

A Universidade Estácio de Sá desenvolveu campanha de mobile marketing com o objetivo de trazer novos alunos. A ação atingiu cerca de 18 mil celulares do banco de dados da Universidade. A campanha é direcionada aos estudantes aprovados no vestibular do primeiro semestre deste ano, alunos com pendência em reabertura ou transferência de matrículas e ex-alunos. A Direkt, empresa especializada em marketing direto, é a responsável pelo desenvolvimento e envio das mensagens.

Fonte: Mundo do Marketing

18 abril 2008

xprait. ax coisax komu saum.

Você já viu os pais reclamarem que os filhos escrevem tudo errado na internet? "É um absurdo", na verdade não é, chama-se comunicação.

Dando uma olhadinha na revista Mundo Estranho, edição 69, encontrei esse anúncio da Sprite (depois de ver esse anúncio conferi três vezes para escrever Sprite). Bem, é uma obra de arte dos redatores, estão de parabéns. A revista voltada para adolescentes abriga outras peças muito boas com a comunicação bem adaptada à realidade do público. Continuando no conceito "As coisas como são" Sprite direciona seu site para o seu canal no you tube , a desculpa é: "Tá pensando que é fácil fazer um site novo? Dá o maior trabalho! Mas enquanto não fica pronto, curta os vídeos do nosso canal. As coisas como são ."

Teoria da Comunicação - Teoria Culturológica A cultura de massa não é autônoma, como pretende dizer algumas teorias, mas parte integrante da cultura nacional, religiosa ou humanística. Ou seja, a cultura de massa não impõe a padronização dos símbolos, mas utiliza a padronização desenvolvida espontaneamente pelo imaginário popular.

06 abril 2008

O ORKUT ME CENSURA NOVAMENTE


Faço questão de postar aqui, um fato que acabo de constatar, infelizmente. Por duas vezes, em comunidades, postei o link para a minha monografia. Me deletam, me apagam, calam a minha boca silenciosamente.

Não vou postar o link aqui, mas está no Scribd, só procurar pela busca: As comunidades do Orkut como ferramentas de e-CRM no Brasil.

Coloquei o link hoje à noite em uma outra comunidade que faço parte. Voltei para saber se havia algum comentário, tinham apagado meu post e, por se tratar de uma comunidade pequena, sei que não foi nenhum dos membros. Creio que seja algo automático.

O ORKUT NÃO É REDE SOCIAL DEMOCRÁTICA. ESSA REDE CENSURA USUÁRIOS. Não deve usar o termo "social". Já me vi censurada por duas vezes em comunidades distintas: Tendências do Orkut e, hoje, Red-Atores. Cuidado com o que dizem. Vocês podem ser deletados.

Só queria saber qual é o motivo de me julgarem tão ofensiva, com um tema tão normal, que não denigre a imagem da rede, ao contrário, promove. Qual é o problema em dizer que a rede é passível de pesquisas de Marketing e comportamento do consumidor? Será que o gerenciador crê que se isso vier à tona, os consumidores irão parar de deixar informações tão relevantes, das quais eles se beneficiam? Um medo tolo.

Me sinto cerceada, limitada, sem direito à livre expressão e desgostosa com a rede a partir de atitudes arbitrárias como essa.