15 julho 2007

O melhor sexo que você pode fazer é com seu chefe

Seth Godin é o cara que pensa fora da caixa, pensa sem caixa, joga fora a caixa, pô pra que esta caixa?

Este foi o primeiro livro de Seth Godin que eu leio, mas já acompanho as ideias do Seth há algum tempo no seu blog. Seth aponta suas palavras com precisão nos alvos exatos. Direta ou indiretamente as suas palavras chegam e crescem, respondendo muitas das perguntas de minha mente orientada para negócios, sociedade e marketing.

Apenas três palavras resumem "Sobreviver não é o bastante": mDNA, meme e zoom. Simples assim! Ao longo do livro, estas três palavras crescerão e ganharão sentido. Seth desenrola uma analogia através das evolução de Darwin e a evolução das empresas. Nas evolução das empresas o DNA foi substituido pelo mDNA que modifica-se mais facil e rapidamente que o DNA.

Não fique confuso ao ler que a o melhor sexo que você pode fazer é com seu chefe. No livro, sexo ganha o significado da seleção natural, é perfeito. Explicando melhor, na natureza suponha que as girafas comecem a procurar seus parceiros com pescoços mais curtos, depois de algum tempo existirá um tendência de termos girafas de pescoço curto. Na empresa esta seleção se dá por exemplo na contratação e demissão de funcionarios, suponha que determinada empresa que só queira contratar funcionários que pensem como a "estratégia vencedora" da empresa, ele não irá acrescentar nada, a não ser força de trabalho. Um bom sexo corporativo, segundo Seth se da com profissionais que carregam memes diferentes dos existentes na empresa, possibilitando uma rápida evolução.

Finalmente faça zoom, faça o tempo todo, não se preocupe com as mudanças, fazer a mesma coisa o tempo todo é a forma mais eficiente de levar sua empresa a falência. Não acredite em estratégias vencedoras, "sinta" seus consumidores, e deixe sua empresa crescer da periferia para o núcleo, de baixo para cima. Teste diversos memes ao invés de estabelecer uma rigida linha de ação, tenha uma empresa liquida, flexivel.

Fonte: Entropia

11 julho 2007

Torturando o homem sanduiche

Ideias simples, muitas vezes são inovadoras. Um homem sanduíche, um dos formatos mais antigos de publicidade, anda pelas ruas de Amsterdam divulgando o Museu da Tortura. Quem assina é a Y&R local.


Fonte: Blue Bus

08 julho 2007

Indo alem do Buzz, nove dicas de sucesso

Guy Kawasaki escreveu em seu blog as "As nove melhores linhas de história para introduzir no mercado", um texto muito interessante sobre o não menos interessante lancamento de Lois Kelly: Beyond Buzz: The Next Generation of World-of-mount Marketing.

Segundo Guy, estas dicas são os nove temas que as pessoas mais gostam de falar e que geram muito burburinho, obviamente pela ótica da cultura Americana, mas que sem sua maioria se aplicam aqui no Brasil.

  1. Aspirações e opiniões - Um dos temas prediletos das pessoas são sobre aspiração e opiniões. Isto explica porque religião é um tema popularmente disseminado boca-a-boca. Aspirações demonstram o lado humano das empresas, permitindo ao consumidor conectar-se emocionalmente à Empresa.

  2. David x Golias - As pessoas gostam de ouvir histórias sobre os pequenos que derrotaram os gigantes, ou como costumo falar, os pequenos que derrotaram os dinossauros. Compratilhar histórias de pequenas empresas que estão fazendo sucesso no meio dos gigantes é a parte divertida da conversa. Novamente as pessoas conectam-se emocionalmente com os pequenos, pois estão em sua maioria próximos de sua realidade.

  3. Avalanche próxima de acontecer - Falar de assuntos de alto impacto, assim como estar próximo de uma avalanche que está para acontecer. Temas revolucionários, em geral ideias e conceitos potencialment disruptivos são bons de falar.

  4. Ir contra as correntes - Ir contra os hypes gera muita controvérsia e de quebra muito burburinho. Falar que a web 2.0 não existe, ou que o Second life esta morrendo, ou até mesmo que a Internet é um antro de debil mental, gera um monte de burburinho. O manifesto First Life é um exemplo, que foi copiado recentemente pela McCann Erickson para uma campanha da Chevrolet.

  5. Ansiedades, angustias - São parecidos com o item 3 (avalanche próxima de acontecer) só que foca mais a incerteza do que a tendência disruptiva. FUDs (fear, uncertainty and doubt).

  6. Personalidades e suas histórias pessoais - Histórias pessoais de personalidades são muito interessantes, quanto mais quando vem com algumas lições de vida. Tanto que é tema de diversos best sellers. Tornam as personalidades mais humanas e esta constatação gera muito burburinho.

  7. Conselhos e dicas - Pessoas adoram conselhos, adoram formas de resolver problemas, se sua mensagem tem tem um conselho útil ou ao menos alguma útilidade aos usuários ela tem grande chance de ser disseminada.

  8. Glamour - Nossa sociedade é bem sucetivel ao glamour a fama. Encontrar uma forma de conectar sua mensagem à algo ou alguem famoso e/ou glamouroso é uma boa forma de dissemina-la. Aqui no Brasil, infelizmente, programas como o Big Brother geram fama e glamour tão instantâneos quando efêmeros, mas atrelar sua mensagem à eles é uma boa forma de dissemina-la.

  9. Sazonal, tema em voga - É o aqui e agora. O PAN 2007 é o evento do momento, assim como Web 2.0 e Second Life e outros. Consiga uma forma de falar de seu produto e o PAN 2007 e seja ouvido.
Fonte: How to change the world

06 julho 2007

Comunicação esquizofrênica

"Para divulgar um novo programa de misterio envolvendo assassinatos, o canal americano CourtTV usou uma tecnologia de audio que permite dirigir a mensagem a consumidores especificos em ambientes fechados. Em livrarias de Nova Iorque, quando um cliente explorava titulos na seçao de misterio, uma voz dirigida a ele sussurava - 'Ei, voce, pode me ouvir? Já pensou em assassinato?'. O audio, diz materia do Boston Globe, é transmitido ao consumidor individualmente, como se fosse um foco de luz. Criado pela americana Holosonic Research Labs, está sendo testado por empresas como Procter & Gamble e Best Buy. Estw 'audio dirigido' ja foi usado, por exemplo, para sugerir a compra de cereais no supermercado, e é utilizado em peças de midia em aeroportos ou shoppings. Leia a integra da noticia, em inglês, aqui."

Eu hein!

Fonte: Blue Bus

04 julho 2007

Live Earth e a miopia governamental

Theodore Levitt ganhou notoriedade por seu artigo Miopia em Marketing, onde destacou o quanto miope podem ser determinadas empresas. Expandindo um pouco vemos o quanto miopes são nossos governantes, quanto mais quando auxiliados pela cegueira do judiciário.

Live Earth é um evento de grande impacto, por uma causa para lá de nobre, a salvação do planeta, e que tem uma projeção de ser assistido por dois bilhões de pessoas, isto sem contar a repercussão nas redes sociais e na blogosfera. Qualquer um gostaria de ter sua marca associada à esta causa e com esta exposição, menos os governos do estado e do municipio do municipio do Rio de Janeiro. Em tempo, só no evento Carioca, que é o único gratuito são esperadas 700 mil pessoas.

Com dizem, a justiça é cega, não pode decidir com base em subjeções e/ou probabilidades, o comando da Policia Militar informou que não tem efetivo para suportar o evento por causa do PAN e das ações no Alemão, e o Ministério Público emitiu uma liminar cancelando o evento.

O mais curioso, é que na mesma matéria, a assessoria de imprensa da PM informa que se o Ministério Público quiser, a PM "dá um jeito", devolvendo a responsabilidade ao MP.

Então Sérgio Cabral e Cesar Maia, vão deixar passar esta excelente oportunidade de divulgar nossa cidade?